A Blue e a Maria já estão em casa!
Cada uma na sua!!
Tudo de bom para elas e para as suas novas familias!!
Através desta página dedicada às ADOÇÕES RESPONSÁVEIS, pretendemos que os nossos amiguinhos encontrem lares e donos dedicados, que lhes dispensem os carinhos e cuidados necessários.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A Maria
Quem se lembra desta família?!?
A Mãe, ainda está para adopção! Foi baptizada de Maria! Muito sossegada e tímida!Espera pacientemente que olhem para ela!
Está esterilizada e desparasitada!
A Mãe, ainda está para adopção! Foi baptizada de Maria! Muito sossegada e tímida!Espera pacientemente que olhem para ela!
Está esterilizada e desparasitada!
Etiquetas:
Adoptado
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Alice!
Miúda cheia de energia! Activa e conversadora!
Não gosta lá muito de outras meninas!
Muito bem disposta e espertalhona! Está à espera que olhem para ela!
Está esterilizada e desparasitada
Não gosta lá muito de outras meninas!
Muito bem disposta e espertalhona! Está à espera que olhem para ela!
Está esterilizada e desparasitada
Etiquetas:
Adoptado
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
18 DE SETEMBRO - LUTO CONTRA O ABANDONO. NÃO OS ABANDONE TAMBÉM AO ESQUECIMENTO
VAMOS FAZER A DIFERENÇA?
«Pode divulgar o movimento e o site de 1 a 18 de Setembro, dia escolhido para o culminar desta acção e no qual o seu apoio será fundamental para que consigamos mudar o rumo da vida destes cães.Assim, no dia 18, para além da imagem e ou assinatura que utilize no seu perfil online, seria importante que imprimisse a imagem da campanha e a afixasse em local visível, como por exemplo na janela do seu carro e utilizasse roupa preta.Basta clicar para fazer o download da imagem, disponível em diversos formatos, de modo a que possa utilizá-la em redes sociais e nos meios convencionais como poster/impressão. Sempre que possível, divulgue também a assinatura deste movimento:
18 DE SETEMBRO - LUTO CONTRA O ABANDONO. NÃO OS ABANDONE TAMBÉM AO ESQUECIMENTO
VAMOS FAZER A DIFERENÇA?
In http://www.petnet.iol.pt/lutocontraoabandono/
«Pode divulgar o movimento e o site de 1 a 18 de Setembro, dia escolhido para o culminar desta acção e no qual o seu apoio será fundamental para que consigamos mudar o rumo da vida destes cães.Assim, no dia 18, para além da imagem e ou assinatura que utilize no seu perfil online, seria importante que imprimisse a imagem da campanha e a afixasse em local visível, como por exemplo na janela do seu carro e utilizasse roupa preta.Basta clicar para fazer o download da imagem, disponível em diversos formatos, de modo a que possa utilizá-la em redes sociais e nos meios convencionais como poster/impressão. Sempre que possível, divulgue também a assinatura deste movimento:
18 DE SETEMBRO - LUTO CONTRA O ABANDONO. NÃO OS ABANDONE TAMBÉM AO ESQUECIMENTO
VAMOS FAZER A DIFERENÇA?
In http://www.petnet.iol.pt/lutocontraoabandono/
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
CONVITE- I Jornada de Reflexão sobre Boas Práticas (Rumos da Protecção Animal)
O Grupo de Voluntários no Canil/Gatil Municipal do Seixal organiza, no próximo dia 26 de Setembro, na Sociedade Filarmónica Timbre Seixalense, pelas 9h 30m, uma Jornada de Reflexão de âmbito nacional sobre Boas Práticas e Rumos da Protecção Animal no nosso país.
Agradece-se divulgação da iniciativa, bem como dos ficheiros de suporte a este encontro (ficha de inscrição e documento de divulgação do encontro), que se encontram na parte lateral direita do blog.
Adiantamos, a título de esclarecimento, que este encontro pretende inaugurar uma tradição de reflexão de cariz mais sistemático sobre diversas vertentes da protecção animal no nosso país, procurando congregar os diversos actores do movimento, bem como algumas entidades com ele directamente relacionadas e estudiosos de áreas conexas.
Antecipadamente gratas,
Cristina Ferreira
(Presidente do Grupo de Voluntários no Canil/Gatil Municipal do Seixal)
Virgínia Matos
(Activista independente)
NOTAS: Inscrições até 15 de Setembro
ALMOÇO : 10.5€ (carne, peixe ou vegetariano)
Agradece-se divulgação da iniciativa, bem como dos ficheiros de suporte a este encontro (ficha de inscrição e documento de divulgação do encontro), que se encontram na parte lateral direita do blog.
Adiantamos, a título de esclarecimento, que este encontro pretende inaugurar uma tradição de reflexão de cariz mais sistemático sobre diversas vertentes da protecção animal no nosso país, procurando congregar os diversos actores do movimento, bem como algumas entidades com ele directamente relacionadas e estudiosos de áreas conexas.
Antecipadamente gratas,
Cristina Ferreira
(Presidente do Grupo de Voluntários no Canil/Gatil Municipal do Seixal)
Virgínia Matos
(Activista independente)
NOTAS: Inscrições até 15 de Setembro
ALMOÇO : 10.5€ (carne, peixe ou vegetariano)
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Venda em favor dos animais!! Associação Focinhos&bigodes
Vamos ajudar!
"Olá a todos!
Estamos a divulgar mais uma venda em favor de uma Associação de Protecção a animais abandonados ou em risco, a Focinhos&Bigodes.
Pedimos que num minuto abram o ficheiro e vejam o nosso cartaz para a campanha, de modo a ficarem mais informados!
Cumprimentos a todos
A Porta16"
"Olá a todos!
Estamos a divulgar mais uma venda em favor de uma Associação de Protecção a animais abandonados ou em risco, a Focinhos&Bigodes.
Pedimos que num minuto abram o ficheiro e vejam o nosso cartaz para a campanha, de modo a ficarem mais informados!
Cumprimentos a todos
A Porta16"
O processo legislativo que tarda de forma insustentável
(documento enviado para entidades oficiais, associações de defesa animal, e comunicação social)
"Exmos. Senhores,
Agradecia que dessem o tratamento que considerem pertinente ao documento que anexo a esta mensagem. Uma vez que o tempo urge (esperava-se que a alteração vigorasse ainda nesta legislatura), não há tempo para recolha de assinaturas. Passaremos a divulgar electronicamente junto de todos os interessados, particulares e associações, relacionados ou não com a consulta inicial do Ministério da Justiça, para que possam manifestar-se e pressionar em conformidade as instâncias competentes.
Como complemento para a avaliação da relevância do seu conteúdo, permito-me enviar também quatro mensagens (apenas, de entre as centenas de igual teor que poderia enviar) com fotos. A alteração do Código Civil que foi estudada pelo Ministério da Justiça (e se encontra inexplicavelmente retida nalgum gabinete, apesar de ter a chancela dos Ministérios da Justiça e da Agricultura e Pescas - que tutela a Direcção-Geral de Veterinária), ao desferir o golpe de misericórdia no anacrónico conceito "os animais são coisas", permitiria que fosse dado o impulso decisivo às leis de protecção dos animais no nosso país, abrindo caminho à criminalização de actos bárbaros ou de negligência como os que as fotos ilustram.
Tal alteração coadjuvaria de forma inestimável o trabalho de todos os cidadãos, autoridades policiais (SEPNA, por exemplo) e associações/organizações que desenvolvem uma luta sem tréguas para transformar mentalidades e combater o sofrimento e a crueldade desnecessários e sempre impunes, que é, afinal, também, uma questão societal importantíssima. É, pois, caso para perguntar: quem tem medo da alteração ao Código Civil aprovada pelos Ministérios da Justiça e da Agricultura e Pescas?
Virgínia Joaquim"
“Os animais não são coisas” — um processo legislativo parado...
Em Maio de 2008, o Ministério da Justiça empreendeu a tarefa de colher pareceres junto das principais associações sobre o estado da protecção animal no nosso país e os seus problemas mais prementes, com o intuito de identificar áreas em que a mudança legislativa, mormente a consubstanciada na alteração do regime jurídico dos animais, se revelasse de importância crítica ou se afigurasse meta incontornável para garantir uma mais eficaz protecção aos animais. Posteriomente, foi ouvido o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas e demais entidades.
Na sequência dessa consulta e dos pareceres assim colhidos, resultou um documento que foi submetido à apreciação das associações inquiridas. Nele se concluía pela necessidade de subtrair definitivamente os animais à categoria de coisas e de alterar, entre outros, o artigo Artigo 202-A do Código Civil, código que giza, afinal, o regime jurídico dos animais, e que influencia, nomeadamente através da terminologia usada e da atribuição de igual estatuto jurídico a animais e a coisas, a concepção de animal que informa as práticas da sociedade.
Tidas em conta foram, como se impunha, a crescente sensibilidade social a esta causa e a iniludível afirmação de novos paradigmas éticos e científicos, que reconhecem aos animais o carácter de seres vivos sensíveis e que repudiam uma arcaica concepção jurídica que os assemelha a coisas inanimadas e não lhes confere suficiente protecção.
A despeito de traduzir o sentimento da maioria dos Portugueses* e de reunir o consenso dos civilistas e dos mais reputados tratadistas internacionais quanto à sua relevância prática e à urgência da alteração, a aprovação do projecto tarda de forma intolerável, postergando a dignificação, que há muito urge, do estatuto dos animais e a consagração de princípios que são, também, indicadores civilizacionais e morais.
Não se vislumbram as razões de tal atraso ou retenção nas prateleiras de algum gabinete ministerial, porquanto:
(i) a alteração nada tem de vanguardista, antes assentando no pressuposto primordial de que a lei deve traduzir a consciência social de que é coetânea;
(ii) vários Estados europeus já a puseram em prática (a Áustria alterou o seu Código Civil nos anos 80 e a Alemanha na década de 90), alguns deles consagrando mesmo a protecção dos animais em diploma hierarquicamente superior ao Código Civil (a Alemanha, na sua Constituição Federal);
(iii) o diploma submetido a consulta está em perfeita sintonia com o Plano de Acção Comunitário relativo à Protecção e ao Bem-Estar dos Animais (2006-2010) e com as disposições dos Tratados de Amesterdão e de Lisboa;
(iv) a promoção do bem-estar animal insere-se nas preocupações do XVII Governo Constitucional (Capítulo III, ponto III, n.º 4, e Capítulo IV, ponto II, n.º 1, do Programa do XVII Governo Constitucional);
(v) a alteração proposta não carece de regulamentação para a sua concretização.
Saliente-se, em especial, que a substituição do conceito de “animal coisa” pelo de “animal ser sensível” impulsionaria decisivamente a protecção (incluindo a legislativa) dos animais e a necessária transformação de paradigmas e atitudes, num contexto em que os meios de comunicação social e os intervenientes das associações de defesa animal amiúde relatam casos de inquietante e impune crueldade contra os animais, algo que qualquer sociedade civilizada tem de combater convictamente. Neste sentido, o projecto de diploma faz referência expressa ao facto de o direito de propriedade sobre animais não contemplar a possibilidade de lhes infligir maus tratos, actos cruéis, formas de treino não adequadas ou outros actos que resultem em sofrimento injustificado ou abandono.
Eis, portanto, uma alteração cuja pertinência é inquestionável e que urge fazer aprovar, abrindo, assim, caminho a uma mudança das mentalidades, a um reforço da protecção jurídica dos animais e a uma sadia defesa da compaixão pelos seres indefesos (humanos e não humanos). Quem poderá considerá-la irrelevante, sem ver posta em causa a sua escala de valores morais e o seu travejamento como ser humano bem formado e informado?
"Exmos. Senhores,
Agradecia que dessem o tratamento que considerem pertinente ao documento que anexo a esta mensagem. Uma vez que o tempo urge (esperava-se que a alteração vigorasse ainda nesta legislatura), não há tempo para recolha de assinaturas. Passaremos a divulgar electronicamente junto de todos os interessados, particulares e associações, relacionados ou não com a consulta inicial do Ministério da Justiça, para que possam manifestar-se e pressionar em conformidade as instâncias competentes.
Como complemento para a avaliação da relevância do seu conteúdo, permito-me enviar também quatro mensagens (apenas, de entre as centenas de igual teor que poderia enviar) com fotos. A alteração do Código Civil que foi estudada pelo Ministério da Justiça (e se encontra inexplicavelmente retida nalgum gabinete, apesar de ter a chancela dos Ministérios da Justiça e da Agricultura e Pescas - que tutela a Direcção-Geral de Veterinária), ao desferir o golpe de misericórdia no anacrónico conceito "os animais são coisas", permitiria que fosse dado o impulso decisivo às leis de protecção dos animais no nosso país, abrindo caminho à criminalização de actos bárbaros ou de negligência como os que as fotos ilustram.
Tal alteração coadjuvaria de forma inestimável o trabalho de todos os cidadãos, autoridades policiais (SEPNA, por exemplo) e associações/organizações que desenvolvem uma luta sem tréguas para transformar mentalidades e combater o sofrimento e a crueldade desnecessários e sempre impunes, que é, afinal, também, uma questão societal importantíssima. É, pois, caso para perguntar: quem tem medo da alteração ao Código Civil aprovada pelos Ministérios da Justiça e da Agricultura e Pescas?
Virgínia Joaquim"
COMUNICADO
“Os animais não são coisas” — um processo legislativo parado...
Em Maio de 2008, o Ministério da Justiça empreendeu a tarefa de colher pareceres junto das principais associações sobre o estado da protecção animal no nosso país e os seus problemas mais prementes, com o intuito de identificar áreas em que a mudança legislativa, mormente a consubstanciada na alteração do regime jurídico dos animais, se revelasse de importância crítica ou se afigurasse meta incontornável para garantir uma mais eficaz protecção aos animais. Posteriomente, foi ouvido o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas e demais entidades.
Na sequência dessa consulta e dos pareceres assim colhidos, resultou um documento que foi submetido à apreciação das associações inquiridas. Nele se concluía pela necessidade de subtrair definitivamente os animais à categoria de coisas e de alterar, entre outros, o artigo Artigo 202-A do Código Civil, código que giza, afinal, o regime jurídico dos animais, e que influencia, nomeadamente através da terminologia usada e da atribuição de igual estatuto jurídico a animais e a coisas, a concepção de animal que informa as práticas da sociedade.
Tidas em conta foram, como se impunha, a crescente sensibilidade social a esta causa e a iniludível afirmação de novos paradigmas éticos e científicos, que reconhecem aos animais o carácter de seres vivos sensíveis e que repudiam uma arcaica concepção jurídica que os assemelha a coisas inanimadas e não lhes confere suficiente protecção.
A despeito de traduzir o sentimento da maioria dos Portugueses* e de reunir o consenso dos civilistas e dos mais reputados tratadistas internacionais quanto à sua relevância prática e à urgência da alteração, a aprovação do projecto tarda de forma intolerável, postergando a dignificação, que há muito urge, do estatuto dos animais e a consagração de princípios que são, também, indicadores civilizacionais e morais.
Não se vislumbram as razões de tal atraso ou retenção nas prateleiras de algum gabinete ministerial, porquanto:
(i) a alteração nada tem de vanguardista, antes assentando no pressuposto primordial de que a lei deve traduzir a consciência social de que é coetânea;
(ii) vários Estados europeus já a puseram em prática (a Áustria alterou o seu Código Civil nos anos 80 e a Alemanha na década de 90), alguns deles consagrando mesmo a protecção dos animais em diploma hierarquicamente superior ao Código Civil (a Alemanha, na sua Constituição Federal);
(iii) o diploma submetido a consulta está em perfeita sintonia com o Plano de Acção Comunitário relativo à Protecção e ao Bem-Estar dos Animais (2006-2010) e com as disposições dos Tratados de Amesterdão e de Lisboa;
(iv) a promoção do bem-estar animal insere-se nas preocupações do XVII Governo Constitucional (Capítulo III, ponto III, n.º 4, e Capítulo IV, ponto II, n.º 1, do Programa do XVII Governo Constitucional);
(v) a alteração proposta não carece de regulamentação para a sua concretização.
Saliente-se, em especial, que a substituição do conceito de “animal coisa” pelo de “animal ser sensível” impulsionaria decisivamente a protecção (incluindo a legislativa) dos animais e a necessária transformação de paradigmas e atitudes, num contexto em que os meios de comunicação social e os intervenientes das associações de defesa animal amiúde relatam casos de inquietante e impune crueldade contra os animais, algo que qualquer sociedade civilizada tem de combater convictamente. Neste sentido, o projecto de diploma faz referência expressa ao facto de o direito de propriedade sobre animais não contemplar a possibilidade de lhes infligir maus tratos, actos cruéis, formas de treino não adequadas ou outros actos que resultem em sofrimento injustificado ou abandono.
Eis, portanto, uma alteração cuja pertinência é inquestionável e que urge fazer aprovar, abrindo, assim, caminho a uma mudança das mentalidades, a um reforço da protecção jurídica dos animais e a uma sadia defesa da compaixão pelos seres indefesos (humanos e não humanos). Quem poderá considerá-la irrelevante, sem ver posta em causa a sua escala de valores morais e o seu travejamento como ser humano bem formado e informado?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
26 Cães e 54 gatos a precisarem desesperadamente de ajuda
A história (pode ser acompanhada em Companhia dos Animais):
"Se não puderem ficar adoptar nenhum animal, por favor, divulguem.
Obrigada.
Contacto para adopção: 96 997 89 91
stomaz79@gmail.com"
Os dados actuais:
Actualização do n.º de animais:
* Animais inicialmente no terreno - 88 (61 gatos e 27 cães)
* Animais retirados - 52 (41 gatos e 11 cães)
* Animais adoptados - 41 (31 gatos e 10 cães)
* Animais em fat e UZ - 11 (10 gatos e 1 cão)
* Animais ainda no terreno - 34 (14 cães e 20 gatos) + 3 cães abandonados fora do terreno
* Animais falecidos - 2
Ajudem por favor! A divulgar, com donativos!
Ainda estão em risco 37 animais!!!!
"Se não puderem ficar adoptar nenhum animal, por favor, divulguem.
Obrigada.
Contacto para adopção: 96 997 89 91
stomaz79@gmail.com"
Os dados actuais:
Actualização do n.º de animais:
* Animais inicialmente no terreno - 88 (61 gatos e 27 cães)
* Animais retirados - 52 (41 gatos e 11 cães)
* Animais adoptados - 41 (31 gatos e 10 cães)
* Animais em fat e UZ - 11 (10 gatos e 1 cão)
* Animais ainda no terreno - 34 (14 cães e 20 gatos) + 3 cães abandonados fora do terreno
* Animais falecidos - 2
Ajudem por favor! A divulgar, com donativos!
Ainda estão em risco 37 animais!!!!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
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